Karla Martins

BLOG

Fica atualizado sobre as últimas novidades e tendências do LinkedIn e gestão de carreira.

3 formas de gerir as suas conexões no LinkedIn

Rodrigo Passarelli

05/09/2019

No Responses

Devo aceitar todos os pedidos de conexão que recebo? E se eu não conheço pessoalmente? Quem devo convidar para a minha rede?

Estas perguntas são recorrentes nos workshops e consultorias de LinkedIn que dou. São dúvidas totalmente pertinentes pois, sendo uma rede de networking por excelência, é fundamental que pensemos em como constituí-la de modo a agregar valor para as nossas carreiras e/ou negócios.

Optar por ter milhares de seguidores ou um número restrito de conexões no LinkedIn dependerá do seu objetivo e também da sua personalidade, afinal nem todas as pessoas lidam bem com a exposição na rede. Já outras desejam passar seus conhecimentos para um grande número de pessoas. Cada um com seu cada um, como se diz no Brasil.

Resumindo, não há certo ou errado. Cada caso deve ser avaliado cuidadosamente pois a estratégia para a gestão das conexões impactará futuramente na estratégia de comunicação na rede. E por isso deve ser pensada levando-se em consideração factores como:

  • O desejo, e a disponibilidade, para produzir conteúdos.
  • A necessidade maior ou menor de prospectar clientes.
  • A forma como a pessoa sente-se mais confortável e confiante para se comunicar. Prefere falar para milhares de pessoas ao mesmo tempo? Ou gosta mesmo da conversa 1:1?

Vejamos as 3 estratégias que você deve considerar antes de sair aceitando todos os convites que recebe ou, pelo contrário, negando 99% deles.

Estratégia 1 – Less is More

Muitas pessoas preferem ter apenas 100 conexões muito qualificadas do que 1.000 pessoas que não conhecem em sua rede. Estas 100 pessoas em geral são colegas, ou ex-colegas, de trabalho, amigos dos tempos de faculdade ou alguns clientes com quem trabalhou. 

Esta abordagem não está errada. Aliás, esqueça a noção de certo e errado no LinkedIn, o que importa é adequar a estratégia à sua necessidade. 

Ter poucas conexões pode ser uma opção para quem precisa do LinkedIn apenas para pesquisar conteúdos, por exemplo. Isto é possível com o uso de hashtags e não exige que se tenha muitas conexões. Outra possibilidade é quando a pessoa não tem um interesse forte na rede e quer simplesmente usá-la para manter contacto com alguns profissionais que fazem, ou fizeram, parte do seu percurso profissional. 

O problema é restringir demais as conexões e querer obter resultados como encontrar um novo emprego ou obter mais clientes. Neste contexto será bastante complicado pois a extensão da nossa rede implica diretamente no networking e, consequentemente, no alcance de objetivos. Além disso, se você gosta de produzir conteúdos e sua rede é pequena terá dificuldades para obter engagement.

Estratégia 2 – Quanto mais conexões, melhor

No outro extremo estão as pessoas que visam a um grande número de conexões. Enviam e aceitam convites sem muito critério e acabam por ter uma rede grande e multifacetada. Mais uma vez, em determinadas circunstâncias, esta pode ser a escolha mais adequada.

Apenas para citar um exemplo, profissionais de áreas transversais, e que gostem de (com)partilhar conhecimentos, beneficiam-se desta estratégia ao produzirem conteúdos que sejam de interesse para públicos diversos. 

Na situação acima, o importante é manter a consistência e a regularidade nas publicações para cativar a audiência. A produção de conteúdo, inclusive, é uma excelente forma de atrair potenciais clientes caso você tenha um negócio. 

Já para profissionais que precisam fazer networking com públicos específicos esta estratégia não é uma boa opção pois terá dificuldades em se relacionar de maneira mais próxima com tantas pessoas em sua rede.

Na mentoria em LinkedIn há um módulo específico para aprender a encontrar Conexões Estratégicas.

Estratégia 3 – O Caminho do Meio

Já vimos que cada uma das estratégias se adequa a objetivos específicos. Entretanto, na maioria das situações nenhuma das duas se aplica satisfatoriamente. 

Para grande parte dos profissionais que utilizam o LinkedIn, a estratégia mais adequada é buscar o equilíbrio entre a quantidade de conexões e a qualidade das mesmas. 

A quantidade ajuda a gerar leads, caso o objetivo seja aumentar as vendas, ou ampliar as possibilidades de ser indicado para uma oferta de emprego. E a qualidade determinará que as conexões estejam alinhadas a sua área de interesse de modo que comunique a sua mensagem para pessoas interessadas em ouvir. 

Conclusão

Pondere bem as alternativas antes de escolher a melhor estratégia de gestão de conexões no LinkedIn. Lembre-se que o número de conexões/seguidores deverá estar alinhado ao seu objetivo profissional no LinkedIn.

***

→ Eu sou a Karla Martins, especialista em LinkedIn e Marca Pessoal. Ajudo profissionais e empresas a obterem resultados através da utilização adequada do LinkedIn.

→ Conheça o LinkedIn Mentoring, o método personalizado de mentorias online. Eu ensino técnicas e estratégias para utilizar o LinkedIn com foco em resultados, de forma prática e eficaz. 

→ Aprenda a utilizar o LinkedIn. Confira a Agenda de cursos presenciais e online.

→ Conheça o meu Guia de Otimização do Perfil LinkedIn. É gratuito!

Este artigo foi publicado originalmente no LinkedIn.

Para receber mais conteúdos como este, assine a Newsletter.

Procura algo?

Redes Sociais

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência em nosso site.

Fica por dentro das novidades!

Faça parte da minha Newsletter